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A Escola Portuguesa Lunda Sul é uma instituição de ensino privada, que iniciou a atividade educativa em 2017/2018, disponibilizando o currículo e os programas portugueses para os 1º e 2º ciclos do ensino básico, níveis para os quais se encontra em processo de reconhecimento do ensino.

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O Colégio Internacional Lusíadas é um estabelecimento de iniciativa privada, que se encontra em processo de reconhecimento do ensino para os 6º, 7º, 8º e 9º anos de escolaridade, tendo iniciado funções no ano letivo de 2017/2018.

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É uma escola pública de gestão privada foi criada pelo Decreto-Lei n.º 183/2006, de 6 de setembro, ao abrigo do protocolo celebrado entre o Governo da República Portuguesa e o Governo da República de Angola.

Este estabelecimento escolar mantém o objetivo de promover o ensino e a difusão da língua e da cultura portuguesas a jovens angolanos, portugueses e oriundos de outras nacionalidades, contribuindo, deste modo, para a criação de laços linguísticos e culturais entre os povos.

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A Escola Portuguesa do Lubango entrou em funcionamento no ano letivo de 1997/98. É uma escola de direito privado, tutelada pela Cooperativa Portuguesa de Ensino em Angola.

Este estabelecimento escolar encontra-se em processo de reconhecimento do ensino e de certificação das aprendizagens, ao abrigo do prescrito no Decreto-Lei n.º30/2009, de 3 de fevereiro.

Nesta instituição, o público estudantil é constituído essencialmente por filhos de portugueses residentes em Angola, pelo que a instituição orientou o currículo, tendo como objetivo uma oferta consentânea com a possibilidade dos alunos frequentarem cursos superiores em Portugal. Logo, subjaz à sua ação pedagógica e didática a promoção da língua e da cultura portuguesas.

 

 

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É uma escola de direito privado que iniciou a sua atividade educativa no ano letivo de 1999/2000.

Este estabelecimento escolar encontra-se em processo de reconhecimento do ensino e de certificação das aprendizagens, ao abrigo do prescrito no Decreto-Lei n.º30/2009, de 3 de fevereiro.

Foi fundado com o objetivo de alargar a oferta de instituições de ensino da língua portuguesa em Angola. Deste modo, promove a difusão do ensino português, no estrangeiro, constituindo-se como um centro de língua portuguesa de referência, em Angola.

 

 

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O Colégio entrou em funcionamento no ano letivo de 2007/2008. É propriedade da Sociedade EDUCARE – Atividades Educativas e Culturais, Lda.

O Despacho n.º 11227/2015, de 7 de outubro, estipula o reconhecimento do ensino ministrado neste colégio, tendo como referência o currículo e os programas portugueses.

A oferta educativa desta instituição compreende a educação pré-escolar, os três ciclos do ensino básico e o ensino secundário de acordo com o previsto no artigo 4.º do Decreto-Lei n.º30/2009, de 3 de fevereiro.

Este estabelecimento centra o seu currículo no desenvolvimento da autonomia dos seus alunos, provenientes de nações e culturas diversas.

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Esta instituição privada iniciou a sua atividade no ano letivo de 2015/2016, disponibilizando uma oferta educativa que compreende desde o ensino pré-escolar até ao 3.º ciclo do ensino básico.

Saliente-se que estão já em fase de planificação diversos projetos para esta escola, dos quais se destacam os previstos no domínio da formação de professores do 1.º ciclo, assim como os que visam o desenvolvimento dos alunos no âmbito da cidadania, que propiciarão um ensino de qualidade no que diz respeito à promoção e a difusão da língua e da cultura portuguesas.

 

 

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O Colégio Inglês Mundial Maria Emília é uma instituição privada que iniciou a sua atividade educativa no ano letivo de 2015/2016, embora se encontre em processo de reconhecimento. Presentemente, neste estabelecimento escolar, ministra-se o ensino pré-escolar e o 1.º ciclo do ensino básico.

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É uma escola privada fundada pela Associação da Escola Portuguesa da Guiné-Bissau, em outubro de 1985.

Este estabelecimento escolar encontra-se em processo de reconhecimento do ensino e de certificação das aprendizagens, ao abrigo do prescrito no Decreto-Lei n.º30/2009, de 3 de fevereiro.

Conta com uma oferta educativa que abrange desde o ensino pré-escolar ao secundário, sendo que o ensino ministrado decorre do prescrito no currículo e nos programas portugueses. Por esta razão, este estabelecimento escolar desempenha um papel importante na difusão da língua e da cultura portuguesas.

 

 

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A publicação do Decreto-Lei nº 212/2015, de 29 de setembro, instituiu a Escola Portuguesa de S. Tomé e Príncipe – Centro de Ensino e da Língua Portuguesa (EPSTP-CELP) que, em conformidade com o estatuído no art.º 28.º daquele diploma, entrou em funcionamento no mesmo ano letivo.

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É uma escola de iniciativa privada, sediada em São Tomé e Príncipe, propriedade da APRENDE (Associação para a Promoção do Ensino e Desenvolvimento Educativo), que disponibiliza o 1º ciclo do ensino básico.

Este estabelecimento escolar encontra-se em processo de reconhecimento do ensino e de certificação das aprendizagens, ao abrigo do prescrito no Decreto-Lei n.º30/2009, de 3 de fevereiro.

Nos seus pressupostos pedagógicos e didáticos estão plasmados os objetivos que visam a aquisição de conhecimentos linguísticos e culturais portugueses, conferindo a necessária identidade numa escola multicultural.

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Escola Bambino
Março 102016

É uma escola de iniciativa privada, sediada em S. Tomé e Príncipe que inclui, desde 2014/2015, uma creche, a educação pré-escolar, bem como o primeiro ciclo do ensino básico.

Este estabelecimento escolar encontra-se em processo de reconhecimento do ensino e de certificação das aprendizagens, ao abrigo do prescrito no Decreto-Lei n.º30/2009, de 3 de fevereiro.

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A Escola Portuguesa de Moçambique – Centro de Ensino e Língua Portuguesa – surgiu na sequência da assinatura, em 1995, do Acordo Bilateral de Cooperação entre a República Portuguesa e a República de Moçambique, tendo sido criada pelo Decreto-Lei n.º 241/99, de 25 de junho, recentemente alterado pelo Decreto-Lei n.º 211/2015, de 29 de setembro, que veio consignar a atualização do regime jurídico desta escola, projetando-a para uma maior afirmação e qualidade na melhoria da sua oferta educativa e, consequentemente, dos resultados escolares.

A oferta educativa deste estabelecimento compreende todos os ciclos de aprendizagem (desde o pré-escolar ao ensino secundário). Esta instituição pública é frequentada por alunos de várias nacionalidades, verificando-se, todavia, a prevalência de alunos portugueses e moçambicanos. Para além da aposta na difusão da língua e da cultura portuguesas, esta instituição sensibiliza igualmente os seus alunos para o conhecimento e para a preservação dos patrimónios culturais e artísticos de Moçambique e de Portugal, sedimentando o diálogo entre as duas culturas.

 

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É uma escola de direito privado moçambicano que iniciou a sua atividade educativa em novembro de 1993. Esta instituição assegura uma oferta educativa direcionada para os alunos desde a educação pré-escolar até aos do 3.º ciclo do ensino básico. A população estudantil é maioritariamente moçambicana.

Este estabelecimento escolar encontra-se em processo de reconhecimento do ensino e de certificação das aprendizagens, ao abrigo do prescrito no Decreto-Lei n.º30/2009, de 3 de fevereiro.

Esta unidade pauta a sua ação pedagógica pela promoção de técnicas inovadoras que visam dotar os seus alunos de conhecimentos nos domínios da língua e da cultura portuguesas.

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Instituiu-se como escola de direito privado e iniciou a sua atividade educativa em 2001, sendo propriedade da Associação de Pais da Escola Portuguesa da Beira.

Este estabelecimento escolar encontra-se em processo de reconhecimento do ensino e de certificação das aprendizagens, ao abrigo do prescrito no Decreto-Lei n.º30/2009, de 3 de fevereiro.

A oferta educativa deste estabelecimento estrutura-se de acordo com o currículo e os programas do ensino português, tendo como público-alvo alunos desde o pré-escolar até ao 9.º ano de escolaridade. Esta instituição desempenha um papel crucial no domínio da cooperação luso-moçambicana.

 

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Esta escola privada foi criada em 1998, pelo Decreto-Lei n.º 89-B/98, de 9 de abril, na sequência do protocolo celebrado entre o Ministério da Educação, a Associação Promotora da Instrução dos Macaenses e a Fundação Oriente, sendo, atualmente, administrada pela Fundação Escola Portuguesa de Macau. Embora obedecendo ao desenho curricular português, a escola introduziu algumas alterações, nos seus princípios orientadores da organização e da gestão do currículo, aprovadas pela Portaria n.º 940/2009, de 20 de agosto.

A oferta educativa vai desde o primeiro ciclo até ao terminus do ensino secundário. Este estabelecimento educativo pauta a sua ação pedagógica por difundir a língua e a cultura portuguesas na Região Administrativa Especial de Macau.

 

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A Escola Portuguesa de Díli surgiu ao abrigo do acordo de cooperação, assinado a 4 de dezembro de 2002, entre a República Portuguesa e a República Democrática de Timor-Leste, considerando o interesse recíproco no desenvolvimento da cooperação entre os dois estados, no domínio do ensino da língua e da cultura portuguesas.

Este estabelecimento de ensino foi criado pelo Decreto-Lei n.º48/2009, de 23 de fevereiro, embora tenha iniciado a sua atividade no ano letivo de 2002/2003. O Decreto-Lei n.º 214/2015, de 29 de setembro, veio estipular novas alterações ao regime jurídico desta escola, projetando-a para uma maior afirmação e qualidade na melhoria da sua oferta educativa e, consequentemente, dos resultados escolares.

O nome desta instituição sofreu três alterações, a saber, inicialmente, Escola Portuguesa de Díli, posteriormente, em 2009, Escola Portuguesa de Díli – Centro de Ensino e Língua Portuguesa e, por fim, no ano letivo de 2011/2012, em homenagem ao seu patrono, passou a denominar-se Escola Portuguesa de Díli – Centro de Ensino e Língua Portuguesa – Ruy Cinatti. Esta designação foi consignada pelo Despacho n.º11812/2015, de 21 de outubro, que contemplou ainda a forma abreviada de Escola Portuguesa Ruy Cinatti.

Esta escola é um estabelecimento público de educação e de ensino com a mesma natureza dos estabelecimentos públicos do sistema educativo português, promovendo, assim, as atividades pedagógicas e didáticas adequadas à aquisição de conhecimentos linguísticos e culturais portugueses, dirigidas aos alunos dos ciclos de aprendizagem que ministra (desde o pré-escolar até ao ensino secundário).

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É um colégio privado, que iniciou a sua atividade educativa no ano letivo de 2013/2014 e tem como oferta para o ano letivo de 2015/2016 os ciclos de aprendizagem que integram a educação pré-escolar, o 1.º e o 3.ºciclos do ensino básico. Apesar da sua recente atividade, o Colégio tem vindo a assumir destaque no domínio da promoção e da difusão da língua e da cultura portuguesas.

Este estabelecimento escolar encontra-se em processo de reconhecimento do ensino e de certificação das aprendizagens, ao abrigo do prescrito no Decreto-Lei n.º30/2009, de 3 de fevereiro.

 

 

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Na sequência do acordo de cooperação entre Portugal e Cabo Verde, celebrado na cidade do Mindelo, em 2 dezembro de 2012, com vista ao aprofundamento das relações de amizade e cooperação no domínio da educação, foi criada a Escola Portuguesa de Cabo Verde – Centro de Ensino e Língua Portuguesa (EPCV-CELP), através do Decreto-Lei n.º 213/2015, de 29 de setembro.

Atualmente, este estabelecimento escolar dispõe de uma oferta educativa centrada na Educação Pré-Escolar e no 1.º ciclo do Ensino Básico, seguindo a matriz curricular do sistema educativo português e adequando a sua oferta  às exigências do contexto, o que constitui um investimento gerador das potencialidades dos países lusófonos e um contributo para assegurar a unidade da língua portuguesa.

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É uma instituição de gestão privada que iniciou o processo de reconhecimento, em 2016, ao abrigo do Decreto-Lei 30/2009, de 3 de fevereiro.

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